Católico
Católico -
a) O termo grego Katholikôs, significa geralmente, universalmente, em seu sentido etimológico, universal. Chama-se, assim, de católico ou católica a doutrina ou religião que se considera universal ou pretende ser universal.
b) Usado, sobretudo, pela Igreja Romana, que se chama católica.
Causalidade - Um dos fundamentais princípios racionais.
A locução mais vulgar é de que este princípio se enuncia assim: “todo o fenômeno tem uma causa”. Mas este enunciado é meramente tautológico.
O principio de causalidade não é apenas lógico, mas também ontológico.
Seguindo as linhas da filosofia concreta, o seu verdadeiro enun¬ciado seria este: todo o ser que não tem em si mesmo sua plena razão de ser, depende realmente de outro que, ontologicamente, o antecede, e é pelo ser que nele flui (causa). Diz-se que é efeito o que é ex-factum, ou seja, o que é feito, fatorado por outro. Não tendo o ser finito a razão de ser em si mesmo, provém ele de outro. O nexo real de dependência é propriamente a causalidade. O principio de causalidade quer, portanto, dizer que o ser, cuja existência não se afirma em sua origem, como de si mesmo, obtém-na de outrem, ao qual está conexionado. O do qual ele depende é a causa; o dependente é o efeito; e a dependência é a causalidade.
De qualquer forma, essa dependência tem de ser real, e não uma mera antecedência, como Hume erroneamente quis considerar como conceito de causa.
Na filosofia moderna, tem-se procurado esboçar o principio de causalidade, contudo nem sempre se considerou devidamente esse nexo real, o que tem motivado grandes confusões.
Referência: Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais,
Prof. Mário Ferreira dos Santos
a) O termo grego Katholikôs, significa geralmente, universalmente, em seu sentido etimológico, universal. Chama-se, assim, de católico ou católica a doutrina ou religião que se considera universal ou pretende ser universal.
b) Usado, sobretudo, pela Igreja Romana, que se chama católica.
Causalidade - Um dos fundamentais princípios racionais.
A locução mais vulgar é de que este princípio se enuncia assim: “todo o fenômeno tem uma causa”. Mas este enunciado é meramente tautológico.
O principio de causalidade não é apenas lógico, mas também ontológico.
Seguindo as linhas da filosofia concreta, o seu verdadeiro enun¬ciado seria este: todo o ser que não tem em si mesmo sua plena razão de ser, depende realmente de outro que, ontologicamente, o antecede, e é pelo ser que nele flui (causa). Diz-se que é efeito o que é ex-factum, ou seja, o que é feito, fatorado por outro. Não tendo o ser finito a razão de ser em si mesmo, provém ele de outro. O nexo real de dependência é propriamente a causalidade. O principio de causalidade quer, portanto, dizer que o ser, cuja existência não se afirma em sua origem, como de si mesmo, obtém-na de outrem, ao qual está conexionado. O do qual ele depende é a causa; o dependente é o efeito; e a dependência é a causalidade.
De qualquer forma, essa dependência tem de ser real, e não uma mera antecedência, como Hume erroneamente quis considerar como conceito de causa.
Na filosofia moderna, tem-se procurado esboçar o principio de causalidade, contudo nem sempre se considerou devidamente esse nexo real, o que tem motivado grandes confusões.
Referência: Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais,
Prof. Mário Ferreira dos Santos
