Absurdo
Absurdo -
a) Adjetivo para designar um pensamento que contradiz as leis formais da Lógica. Uma idéia absurda, portanto, é uma idéia cujos elementos são incompatíveis uns com os outros. Um juízo absurdo é o que implica uma inconseqüência.
b) Um raciocínio absurdo é silogismo formalmente falso.
Neste sentido restrito da palavra, tudo o que é “contraditório” é também considerado absurdo pela Lógica Formal. E tudo o que é absurdo também é falso. Mas nem tudo o que é falso é absurdo, porque uma proposição, sendo absurda, ainda não carece completamente de sentido, porquanto a sua falsidade consiste principalmente no elemento formal. Por isso “falso” tem um sentido mais geral do que absurdo, encerrando também o contra-senso.
c) Em Filosofia, é absurdo o que é contra a razão; não obstante, no uso comum, também se chamar absurdo o que é contrário às verdades contingentes (p. ex.: o sol nasce às 3 horas; o que pode ser errado, mas nunca absurdo, no sentido filosófico). Não se deve, no entanto, empregar esta expressão para qualificar o que é contraditado pela experiência, porque esta não compreende senão as leis e os fatos que conhecemos, e que, embora não existam, podem ser julgados possíveis. Nas ciências, que se apóiam unicamente em raciocínios e definições, como a geometria, não há meio termo entre o absurdo e o verdadeiro. Nas outras, o hipotético e o falso servem de intermediários entre os dois extremos.
d) Na linguagem familiar, diz-se de tudo quanto é desarrazoável, tanto quanto às idéias como às pessoas.
Referência: Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais,
Prof. Mário Ferreira dos Santos
a) Adjetivo para designar um pensamento que contradiz as leis formais da Lógica. Uma idéia absurda, portanto, é uma idéia cujos elementos são incompatíveis uns com os outros. Um juízo absurdo é o que implica uma inconseqüência.
b) Um raciocínio absurdo é silogismo formalmente falso.
Neste sentido restrito da palavra, tudo o que é “contraditório” é também considerado absurdo pela Lógica Formal. E tudo o que é absurdo também é falso. Mas nem tudo o que é falso é absurdo, porque uma proposição, sendo absurda, ainda não carece completamente de sentido, porquanto a sua falsidade consiste principalmente no elemento formal. Por isso “falso” tem um sentido mais geral do que absurdo, encerrando também o contra-senso.
c) Em Filosofia, é absurdo o que é contra a razão; não obstante, no uso comum, também se chamar absurdo o que é contrário às verdades contingentes (p. ex.: o sol nasce às 3 horas; o que pode ser errado, mas nunca absurdo, no sentido filosófico). Não se deve, no entanto, empregar esta expressão para qualificar o que é contraditado pela experiência, porque esta não compreende senão as leis e os fatos que conhecemos, e que, embora não existam, podem ser julgados possíveis. Nas ciências, que se apóiam unicamente em raciocínios e definições, como a geometria, não há meio termo entre o absurdo e o verdadeiro. Nas outras, o hipotético e o falso servem de intermediários entre os dois extremos.
d) Na linguagem familiar, diz-se de tudo quanto é desarrazoável, tanto quanto às idéias como às pessoas.
Referência: Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais,
Prof. Mário Ferreira dos Santos
![Carta Encíclica (162): Diálogo Católico-Pentecostal [...]](http://www.cedet.com.br/capaslivros/mini/DialogoCatolico-Pentencostal162.png)