Abandono
Abandono -
a) Ação ou efeito de deixar algo sem auxilio, sem apoio, entregue a si mesmo.
b) Em Filos., abandona-se o que se deixa entregue a si mesmo sem tentar-se mais especular.
c) Em Soc., o deixar-se sem cuidado, sem amparo, sem auxilio, velhos, jovens, etc. Daí falar-se em crianças abandonadas, juventude abandonada, lar abandonado.
CRÍTICA: Abandono é distinto de solidão. O abandonado é o que é deixado. Quem se afasta, física ou psicologicamente dos outros, torna-se um solitário. O abandonado o é por outrem. Quando alguém se entrega a algo, e deixa-se levar pelas contingências, diz-se que se abandona, mas, aqui, há ainda o deixar-se, que, especificamente, estabelece a distinção entre aqueles dois conceitos.
a) Ação ou efeito de deixar algo sem auxilio, sem apoio, entregue a si mesmo.
b) Em Filos., abandona-se o que se deixa entregue a si mesmo sem tentar-se mais especular.
c) Em Soc., o deixar-se sem cuidado, sem amparo, sem auxilio, velhos, jovens, etc. Daí falar-se em crianças abandonadas, juventude abandonada, lar abandonado.
CRÍTICA: Abandono é distinto de solidão. O abandonado é o que é deixado. Quem se afasta, física ou psicologicamente dos outros, torna-se um solitário. O abandonado o é por outrem. Quando alguém se entrega a algo, e deixa-se levar pelas contingências, diz-se que se abandona, mas, aqui, há ainda o deixar-se, que, especificamente, estabelece a distinção entre aqueles dois conceitos.
Referência: Dicionário de Filosofia e Ciências Culturais,
Prof. Mário Ferreira dos Santos
